Três coisas que precisamos saber e fazer

Texto: Jeremias 29:11

O texto de Jeremias 29:11 diz que Deus tem para nós planos de paz e não de mal, para nos dar o fim que desejamos. Creio que todos, sem exceção, desejam um final feliz. A Bíblia diz que é isso que Deus deseja nos dar.

O fato é que não desejamos somente um final feliz, desejamos uma vida feliz, pelo menos a maioria deseja uma vida um pouco melhor. Para que a vida ao lado de Deus nos dê não só um final feliz, mas também uma vida melhor:

1)Precisamos ter um entendimento correto da vida cristã.

Muitos não têm uma vida melhor, mesmo ao lado de Deus, porque não tem um entendimento correto da vida cristã. Como entendem errado, agem errado e sofrem com isso. Quer viver melhor? Procure conhecer um pouco mais sobre Deus e Sua vontade. Procure alguém que o ajude a entender melhor. Seu líder de célula está aí para ajudá-lo nisso.

2)Precisamos buscar a Deus com a motivação correta.

Tiago 4:2-3 diz que não recebemos nada de Deus porque não pedimos e, que muitas vezes quando pedimos, também não recebemos, pois buscamos a Deus pelos motivos errados. Aqueles que buscam a Deus por motivos egoístas dificilmente terão uma vida mais tranqüila ao lado de Deus. Quer viver melhor? Busque a Deus com a motivação correta. Busque a Deus para conhecê-lo melhor, para aprender a amá-lo e obedecê-lo. Fazendo isso você começará a experimentar os planos de Deus para você e viverá melhor.

3)Precisamos agir corretamente.

Na vida cristã a atitude correta é sempre obedecer a Deus. Aprenda a obedecer a Deus sempre, quando você entende o porquê e quando não entende, quando é fácil e quando é complicado, quando leva vantagem e quando não parece vantajoso obedecer. Quer viver melhor? Obedeça a Deus sempre. E quando desobedecer arrependa-se, confesse e volte a obedecer. Faça o que Deus diz.

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Testemunho: Um pouco da Amazônia!

A missionária do Projeto Sombra e Água Fresca (SAF) da Igreja Metodista, Emilly Everett, está a pouco menos de um ano no Brasil. Ela tem visitado alguns projetos do SAF pelo Brasil a fora para conhecer a realidade dos projetos e fazer a ponte entre Brasil e Estados Unidos em busca de parcerias. Durante o mês de abril, ela esteve acompanhando um grupo de voluntários americanos como tradutora de uma pediatra no Barco Hospital Metodista, em Manaus, na Região Missionária da Amazônia. confira o testemunho abaixo.

Em todos os anos que venho ao Brasil, devo confessar que nunca visitei o que é indiscutivelmente a região mais famosa do Brasil. Eu também devo admitir que até esta recente viagem, eu era completamente ignorante sobre isso. A Amazônia (ou Amazônia) é formada por 9 estados brasileiros e representa cerca de 42% do país. Dentro da Igreja Metodista Brasileira, a Amazônia é considerada uma região missionária. Um dos ministérios mais conhecidos da Igreja Metodista é o Barco Hospital Missionário, que serve as comunidades ribeirinhas indígenas ao longo do rio Amazonas. O barco sai de Manaus, no Amazonas, e opera entre março e julho de cada ano. Cada viagem atende aproximadamente 300 pessoas com cuidados médicos, odontológicos e ginecológicos muito necessários.

Na semana após a Páscoa, juntei-me a um grupo de 16 pessoas representando vários países, a Conferência Anual da Flórida e as Comunicações Metodistas Unidas que passaram 5 dias juntas no barco. Nós servimos em 3 aldeias diferentes ao redor da cidade de Autazes. Meu papel era servir como tradutora para um pediatra. Tive a sorte de brincar com as crianças. Mesmo em meio a longas horas e temperaturas altas, acho que nunca senti tanta alegria em uma semana.

Os povos indígenas que vivem ao longo do rio Amazonas são amplamente esquecidos no contexto político e social mais amplo do Brasil, tornando-os extremamente vulneráveis. Isso se deve em grande parte à sua localização (levamos 14 horas de barco para chegar a uma das comunidades que servimos), mas também à falta de transporte (eles literalmente dependem de barcos para tudo – até mesmo de “barcos escolares” que pegam as crianças ao longo do rio para a escola). Se precisarem de tratamento médico mais sério, pode levar horas para chegar ao município mais próximo com uma clínica ou um dia ou dois para chegar à capital, Manaus.

As comunidades ribeirinhas vivem à mercê do rio, que pode subir até 30 pés durante a estação das chuvas a cada ano. Alguns têm casas flutuantes, outros são construídos sobre palafitas e, ainda assim, algumas pessoas são obrigadas a deixar suas casas todos os anos e irem para terrenos mais altos, até que a água baixe e elas possam voltar para casa e começar tudo de novo. Isso obviamente torna extremamente desafiador para a infraestrutura local (como escolas) operar com regularidade. Para muitas dessas comunidades, o barco é o principal, se não apenas o atendimento médico local, possível para eles, mesmo que seja apenas algumas vezes por ano.

E mesmo assim, em meio às provações e dificuldades da vida, o sentimento avassalador que essas comunidades indígenas expressaram foi alegria, hospitalidade e gratidão. As famílias nos acolheram em suas casas (e pescaram os jacarés da janela da cozinha para que pudéssemos ver). Eles correram atrás do nosso barco quando estávamos saindo para nos trazer frutas de seus jardins e compartilhar abertamente sobre sua cultura e tradições. As crianças me lembraram que em qualquer fronteira, cultura ou idioma, o que nos une é a linguagem universal do riso e do brincar. Eles me ensinaram que Deus estava lá, muito antes de nós (ou os colonizadores portugueses) chegarmos e permanecermos lá muito depois de termos ido embora.

Os povos indígenas da Amazônia podem ser esquecidos por grande parte do Brasil e podem ser estrangeiros para o resto do mundo, mas nunca serão esquecidos por Deus. Eles também fazem parte da incrível criação de Deus e refletem a face de Deus de uma maneira que muitos de nós nunca esperariam ou imaginariam. Eles nos ensinam que Deus é muito maior do que jamais seremos capazes de compreender e, ainda assim, se importar intimamente com todos e cada um dos filhos de Deus, até os confins da terra.

Fonte: Expositor Cristão

Uma guerra inacabável: entenda o que está em jogo na Síria

Síria, Damasco, Mar Mediterrâneo entre outras mencionadas na Bíblia, são palavras conhecidas dos cristãos. Com mais intensidade, a Síria tem sido palco de constantes guerras, mesmo antes do anúncio de ataque à Síria do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última sexta-feira, 13. Muitos sírios reclamavam dos altos índices de desemprego, corrupção e falta de liberdade política sob o presidente Bashar al-Assad, que sucedeu seu pai, Hafez, após sua morte, em 2000. Em março de 2011, protestos pró-democracia eclodiram na cidade de Deraa, ao sul do país, inspirados pelos levantes da Primavera Árabe em países vizinhos.

O conflito da Síria parece estar a um passo de se transformar em guerra mundial, haja vista a internacionalização das forças em confronto, mas ainda não ultrapassou a categoria de contenda regional com múltiplas frentes abertas. Depois de sete anos de guerra civil — meio milhão de mortos, a metade da população desabrigada pelos combates e dependente da ajuda exterior —, a intervenção ordenada pelo presidente Donald Trump para castigar Damasco pelo ataque químico de sábado passado dificilmente influirá na divisão territorial do país. O presidente Bashar al Assad controla quase dois terços do território e consolidou sua vitória sobre os rebeldes, aquartelados no norte e em alguns bolsões restritos do centro e do sul, graças ao apoio de Rússia, Irã e seus aliados xiitas.

Os Estados Unidos, que quase deram por concluída a missão contra o Estado Islâmico, se dispõem a deixar à própria sorte os aliados curdos que o ajudaram a enfrentar o EI e que agora dominam outro terço do país. A Turquia irrompeu em solo sírio para se apoderar de um cordão de segurança na fronteira que lhe permita manter a influência sobre os insurgentes do norte. Israel e outros vizinhos observam atentos as mudanças no tabuleiro sírio para reagir em função de seus interesses. Estas são as posições do front depois da represália dos EUA, secundada por França e Reino Unido.

Regime sírio
Domina a chamada Síria útil, as grandes cidades, o litoral e as regiões férteis. Mediante assédios, ofensivas esmagadoras e “pactos de reconciliação” (rendição em troca de uma evacuação segura), está se apoderando dos redutos da oposição. A campanha da Guta Oriental, na periferia da capital, termina exatamente com o recuo dos rebeldes de Jaish al Islam depois do bombardeio químico denunciado em Duma. Al Assad praticamente venceu a guerra, mas mantém-se associado e à mercê de seus aliados de Moscou e Teerã, que o salvaram há três anos de uma derrota iminente.

Rússia
Vladimir Putin reforçou o destacamento de sua melhor aviação de combate na Síria em setembro de 2015. Agiu em defesa de sua única base aeronaval no Mediterrâneo, apesar de que parece ter ocupado aos poucos o espaço abandonado por Washington no Oriente Médio. Cerca de 50.000 militares russos passaram em sucessivas rotações pelo front sírio. Com seus sistemas de mísseis terra-ar S-400 domina o espaço aéreo, de forma que EUA e Israel notificam o país de seus voos para evitar enfrentamentos acidentais. O Kremlin se apresenta como vencedor visível do conflito.

Irã e as milícias xiitas
Os oficiais da Guarda Revolucionária enquadram dezenas de milhares de milicianos xiitas do Líbano (Hezbollah) e Iraque, que constituem a verdadeira tropa de choque — e bucha de canhão — das fileiras governamentais. Teerã tenta erigir uma “ponte terrestre” até o Líbano passando por Iraque e Síria para consolidar sua hegemonia sobre três nações com forte prevalência do ramo muçulmano xiita. Este plano iraniano é visto com preocupação pelo Ocidente.

Oposição sunita
Centenas de milhares de combatentes de milícias islâmicas sunitas foram se reagrupando no norte da Síria, na província de Idlib e em parte da de Alepo, depois de serem expulsos pelo Exército do regime de seus territórios. Tahrir al-Sham, que integra a antiga Frente al Nusra (filial da Al Qaeda) e outros grupos salafistas são as forças preponderantes. A oposição no exílio conseguiu reunir-se em torno de uma plataforma que exige a saída de Al Assad do poder para poder negociar com o regime.

Milícias curdas
Mais de 50.000 combatentes curtidos na luta contra o Estado Islâmico controlam duas terças partes da fronteira com a Turquia e grandes trechos do vale do Eufrates. Tentam uma aproximação do Governo de Damasco e da Rússia depois do anunciado recuo dos EUA, que até agora foram seu principal defensor na contenda.

Estados Unidos
A Casa Branca pretendia retirar os 2.000 a 4.000 militares das forças especiais destacados na Síria para assessorar as milícias curdas, apesar de o Pentágono considerar a ideia prematura ainda. O voo dado por Trump depois das denúncias do ataque químico em Duma pode levar os EUA a reconsiderar a presença militar e seu envolvimento na guerra. Na campanha eleitoral Trump garantiu que o único objetivo era a derrota do Estado Islâmico.

Turquia
O Exército de Ancara se apoderou de uma ampla faixa de território sírio em paralelo à fronteira norte-ocidental. Com o apoio de forças rebeldes do Exército Livre da Síria desalojou este ano as milícias curdas do cantão de Afrin e garantiu posições diante de uma divisão territorial depois da guerra.

Estado Islâmico
Centenas de jihadistas vagam ainda pelo deserto que separa a Síria do Iraque, sem serem totalmente erradicados. O califado territorial fundado por Abu Bakr al Baghdadi em 2014 passou para a história. Mas a ameaça de terror jihadista global do EI não desapareceu.

Israel
Putin telefonou para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para estimulá-lo a não desestabilizar a Síria com uma intervenção como a que foi atribuída à aviação israelense esta semana. Israel rechaça “a qualquer preço” que o Irã se estabeleça como potência militar no vizinho país árabe.

Com informações El País

Bolsa de estudos no Canadá: mais de 400 vagas para brasileiros

Estudantes da América Latina com interesse em realizar cursos fora do país, podem se inscrever no programa de Bolsas Futuros Líderes nas Américas, até o dia 17 de abril. São mais de 400 bolsas para estudar no Canadá.

Conforme divulgado no Jornal Extra, o intercâmbio para o Canadá irá oferecer 7.200 dólares canadenses para estudantes de graduação, e 9.700 dólares para alunos de mestrado e doutorado. É uma parceria entre instituições latino-americanas e canadenses. A Bolsa de estudo inclui ainda passagem, material escolar, seguro saúde, hospedagem e visto.

Pré-requisitos para Bolsa de Estudo

Para você se candidatar a bolsa de estudo para o Canadá, é preciso estar cursando qualquer área de conhecimento em uma instituição de ensino superior e verificar se a mesma possui acordo de cooperação com a universidade canadense que deseja entrar.

É preciso ter inglês no mínimo intermediário. Após confirmação, o estudante deve solicitar uma indicação para a bolsa no setor responsável em sua faculdade.

Para quem não sabe, o Canadá é um dos destinos mais buscados por alunos brasileiros quando o assunto é intercâmbio. A qualidade de vida e educação de alto nível são alguns dos fatores determinantes para o sucesso do país.

Clique aqui para de inscrever.

Redação EC
Com informações do Jornal Extra

Morte e Ressurreição

Texto: João 1:12 – Romanos 6:23

A morte espiritual é um fato pelo qual todo ser humano passa (Romanos 3:23 – todos pecaram); a vida eterna, pelo contrário, só é experimentada pelos que queriam receber a Jesus em suas vidas. Todos que o receberem como Senhor e Salvador serão vivificados por Jesus.

1) Jesus pagou o preço pelos meus pecados. Pagou minha dívida.

Éramos culpados por desobedecermos a Deus, como culpados precisávamos ser punidos, precisávamos pagar a dívida que tínhamos pelos nossos pecados.
Quando Jesus morreu na cruz e derramou Seu sangue pagou a dívida que era nossa, pagou o preço por nossos pecados. A morte de Jesus na cruz cancelou nossa dívida. Nossa dívida foi paga com o sangue de Jesus.

2) Jesus justificou-nos diante de Deus.

Além de pagar o preço pelos meus pecados, cancelar a minha dívida e purificar-me Jesus nos justificou diante de Deus. Quando nossa dívida foi paga fomos justificados. Recebemos esse benefício pela fé (Romanos 5:1).

3) Jesus libertou-nos do domínio do pecado.

Antes de recebermos a Jesus como Senhor e Salvador não tínhamos como agradar a Deus nem como obedecê-lo, éramos dominados pela nossa natureza pecaminosa. Esse domínio foi quebrado, em Jesus Cristo recebemos uma nova identidade. O pecado não pode ser um hábito na vida daquele que tem a Jesus.

4) Jesus deu-nos o poder de sermos feitos filhos de Deus.

Essa é a nova identidade a de filhos de Deus, e como tal podemos agradá-lo e obedecê-lo. Hoje podemos optar se queremos obedecer a Deus ou a carne.

Conclusão: Satanás continuará a acusar-nos. Diariamente tentará jogar em nossa cara os nossos pecados para desanimar-nos e nos fazer desistir de buscar e seguir ao Senhor. A vitória contra a acusação de Satanás é termos gravados em nossa mente e coração o que a morte e a ressurreição de Jesus garantiu para aqueles que o receberam.
Se você o recebeu como Senhor e Salvador você teve os seus pecados perdoados, a sua dívida cancelada, foi justificado diante de Deus, foi liberto do domínio do pecado e recebeu o poder de ser um filho(a) de Deus. Vamos orar agradecendo a Ele por todos os benefícios.

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Pastoral de Combate ao Racismo da Igreja Metodista

 

Confira a conversa com Juliana Yade, pessoa de referência da Pastoral de Combate ao Racismo da Igreja Metodista, sobre a desigualdade de gênero e raça no país.

Entenda como Igrejas, empresas e a sociedade de modo geral podem colaborar para promover a mudança diante dessa realidade.

Fonte: Expositor Cristão

Eu edificarei a minha Igreja

Sobre esta pedra eu edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mateus 16.18)

Nós gostamos dessa afirmação que Jesus fez depois da declaração de Pedro de que ele era “o Cristo, o filho do Deus vivo”. Nós também já ouvimos o que podemos concluir dessa afirmação:

a) É Jesus quem edifica a igreja:

Ele disse “eu edificarei”. Nenhum/a pastor/a ou líder carismático/a; capacitado/a ou talentoso/a pode edificar a Igreja. Às vezes ficamos impressionados/as com alguns/as líderes. Deveríamos ficar impressionados/as com Jesus. É ele quem edifica a Igreja.

b) Jesus tem um projeto para a sua igreja:

Ele disse que edificará a Igreja. A afirmação de Jesus está apontando para o futuro. Não é algo que aconteceu no passado. É algo que continua acontecendo. E continuará até a sua volta.

c) A Igreja pertence a Jesus:

Ele disse “a minha igreja”. Logo, se for minha ou sua, então não é igreja. Se for igreja, pertence a Jesus. Lembre-se de que foi Jesus que morreu pela igreja, não foi você ou eu!

d) Jesus sempre protegerá a igreja:

Jesus protege uma igreja não no sentido passivo, mas no sentido ativo. A igreja avança, e no poder de Jesus ataca as portas do inferno (as manifestações do mal), e as portas do inferno não prevalecem. Então nenhum/a de nós precisa ter medo de realizar o trabalho do Senhor. Ele cuida da sua igreja.

Quero destacar alguns compromissos que o povo Metodista precisa fazer como parte da Igreja que está sendo edificada por Jesus:

1. Precisamos nos comprometer com uma vida de oração:

Precisamos dar passos práticos para nos tornarmos mais eficazes como uma igreja que ora. Precisamos nos reunir para orar. Em Mateus 21.13, Jesus disse que “minha casa será chamada uma casa de oração”. Certamente oramos individualmente, mas precisamos orar corporativamente também. Mais do que um programa, a oração precisa se tornar um estilo de vida da Igreja. A oração precisa voltar a ser prioridade na vida da igreja. Não podemos esquecer que “não é por força, nem por violência, mas pelo espírito do Senhor” (Zacarias 4.6).

2. Precisamos nos comprometer com uma vida de Santidade:

Esse é o compromisso do povo chamado metodista desde a sua origem quando Wesley e seus pregadores chegaram à conclusão de que os/as metodistas haviam sido chamados/as para “reformar a nação, em especial a igreja, e espalhar santidade bíblica por toda a terra”. Nossa história fala sobre santidade. Nosso planejamento nacional fala sobre santidade. O nosso tema para o biênio traz esta ênfase:
“Discípulos e discípulas, nos caminhos da missão, produzem frutos de uma vida santificada”.
Todo ser humano produz algum tipo de fruto. Nós somos chamados/as a produzir frutos que testifiquem o fato de que fomos santificados/as, separados/as pelo nosso Deus. Povo santo testemunhando uma vida na presença de Deus.

3. Precisamos nos comprometer com um estilo de vida de generosidade:

A generosidade é sempre consequência do amor. Quem ama de verdade é generoso/a. Deus amou tanto que praticou o maior ato de generosidade, dando o seu único filho. Generosidade afeta todas as áreas da nossa vida: finanças, dons, talentos, tempo.
Quando plantamos uma nova igreja ou um novo campo missionário, isso é um ato de generosidade. Um ato de amor sacrifical – saímos de nossa zona de conforto para abençoar outras pessoas. Quando sustentamos um/a missionário/a, isso é um ato de generosidade e de amor. Quando aceitamos liderar um grupo de discipulado, uma classe de escola dominical, isso é um ato de generosidade. Quando, em obediência ao senhor, colocamos os dons e talentos a serviço da igreja e da comunidade, isso é um ato de amor, de generosidade.
Na vida cristã, a falta de generosidade é sinônimo não apenas de egoísmo, mas é também sinônimo de desobediência e infidelidade.

4. Finalmente precisamos nos comprometer com a excelência em tudo o que fazemos:

Não basta ser generoso/a. É preciso fazer tudo com excelência. Depois de falar sobre os dons no capítulo 12 da primeira epístola aos Coríntios, Paulo inicia o capítulo 13 dizendo: no uso dos dons, eu vou mostrar para vocês o caminho sobremodo excelente: “o amor”.
Tudo o que fazemos com amor, fazemos com qualidade e excelência. Eu disse que Jesus tem um projeto para a sua igreja. Seu projeto é fazer discípulos/as de todas as nações.
Assim o povo Metodista avança, participando do projeto de Jesus para a sua Igreja. Avança em ORAÇÃO; SANTIDADE; GENEROSIDADE E EXCELÊNCIA.

Que Deus nos ajude e nos dê graça!

 

Bispo João Carlos Lopes

Bispo da 6ª Região Eclesiástica

Conheça a campanha Março Lilás da Confederação Metodista de Mulheres

A Confederação Metodista de Mulheres convida à todas as mulheres a orarem pelas diversas áreas onde há mulheres atuando, como nas famílias, saúde, na política e na igreja. A intenção é orar inclusive pelas que não conhecemos. Ivana Aguiar Garcia, explicou sobre a necessidade das mulheres começarem a orar por si mesmas. “Primeiramente eu. Porque eu também tenho que olhar pra mim, olhar quem eu sou como mulher. Depois olhar para minha família, vendo as mulheres da minha casa, desde a menor até a mais experiente”, afirma.

No Facebook da CMM e na Revista Voz Missionária, presidentes das Federaçãos compartilham motivos de oração e reflexões voltadas para cada dia.

A temática foi escolhida pela ocasião do Dia Internacoinal de Mulher. “Conversando com a minha vice, Denise Ornelas, estávamos pensando em algumas dinâmicas para termos unidade. Umas delas foi o mês de março, pois no dia 8 comemoramos o Dia Internacional da Mulher, mas trazendo a memória a história dessas mulheres”, explicou Ivana. No dia 8 de março de 1857, 129 mulheres e meninas trabalhadoras da indústria têxtil morreram carbonizadas dentro de uma fábrica enquanto reivindicavam melhores condições de vida e trabalho. Em 1910, o Congresso Internacional de Mulheres, realizado na Noruega, escolheu a data desta tragédia para instituir o Dia Internacional da Mulher. A CMM escolheu o nome da campanha, com referência aos fios de cor lilás encontrados nas máquinas onde essas mulheres trabalhavam.

Fonte: Expositor Cristão

Dimensões da integridade humana

“Seja, porém, a tua palavra: sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mateus 5.37)

O tema nacional para o exercício eclesiástico de 2018, na Igreja Metodista, está relacionado ao desafio de sermos, como seguidores e seguidoras de Jesus, pessoas que buscam viver com integridade. No seu sentido mais estrito, esse termo está ligado àquilo que é inteiro, completo, que reflete uma unidade. Em outras palavras, refere-se ao que não é fragmentado. Assim, podemos considerar que a integridade revela a totalidade do ser; revela-se verdadeiramente do que este se constitui.

1. Verdade e Falsidade

Vivemos uma permanente tensão sobre o que seja verdadeiro ou falso. Há um aparente relativismo que coloca esse dualismo como uma mera possibilidade de interpretação e compreensão pessoais. Em seu tempo, também, Jesus confrontou-se permanentemente com essa contradição. Foi acusado de mentir e distorcer a verdade, especialmente por fariseus/ias e saduceus/ias. Mas, para Ele, o contrário da verdade não era a falsidade, mas a hipocrisia. Esta palavra grega referia-se a uma pessoa que fazia o papel de ator/atriz. Ou seja, hipócrita é quem esconde-se em uma personagem, não revelando exatamente quem ela é. E, neste sentido, Ele apresentava-se exatamente como era, em quaisquer circunstâncias, e falava e agia de acordo com os valores de sua missão no anúncio do Evangelho do Reino. Essa era a razão de sua autoridade moral e ética: ser verdadeiro, ser pleno, ser inteiro.

2. Três dimensões da integridade

a. Integridade revela a essência do que somos
Sendo Jesus uma referência de integridade, é muito fácil perceber que a sua vida, as suas palavras e as suas ações foram sempre consistentes e coerentes. Não havia distanciamento entre sua fala e suas atitudes; e as pessoas reconheciam esse fato.

b. Integridade é garantia de confiabilidade
Falar simplesmente a verdade, ou buscar a verdade como padrão de conduta, evidencia a forma de atuação de Jesus. Há uma coe­rência entre os compromissos assumidos por Ele no anúncio da vida de comunhão com Deus, na libertação do jugo do pecado, no atendimento às pessoas necessitadas, no acolhimento às crianças, na denúncia da hipocrisia, da mentira, das injustiças. E seus discípulos e discípulas eram movidos/as por essa confiança depositada nele.

c. Integridade identifica com o que estamos comprometidos/as
As nossas ações revelam os valores de nossa fé e da coerência desses princípios bíblico-doutrinários com a nossa maneira de viver, de agir. Nossas atitudes revelam a inteireza de nosso caráter cristão.

Conclusão:

Como discípulos e discípulas de Jesus, não somos atores e atrizes de um repertório litúrgico, de uma repetição histórica de fatos ou protagonistas de uma sucessão de eventos religiosos relevantes. A vida de integridade nos transforma em pessoas comprometidas com o anúncio de boas notícias e com as transformações e mudanças que o ser humano e a nossa sociedade precisam, à luz do Evangelho. A realidade brasileira, fragmentada por injustiças, corrupção moral e ética está a exigir uma presença profética e de integridade dos cristãos e cristãs, notadamente do povo metodista.

Bispo Luiz Vergílio Batista da Rosa
Presidente da 3ª Região Eclesiástica

Minha vontade ou a de Deus?

Texto: Mateus 26:39

Introdução: Sabemos que nem sempre as coisas são como gostaríamos. Muitas vezes a nossa própria vida caminha numa direção muito diferente do que sonhávamos. Nem tudo que sonhamos se concretiza, isso por vários fatores, mas um deles é que descobrimos que nem tudo que desejamos é bom para nós. Quando crescemos mudamos de opinião.

Mudar de opinião é algo comum, não é tão difícil, o difícil é abrir mão de sua vontade, mesmo que seja pela vontade de Deus.

Sabemos que à vontade de Deus é o melhor para nossas vidas (Jeremias 29:11), mas mesmo sabendo disso nem sempre é fácil abrir mão de nossa vontade, do que queremos. Jesus sabia que a vontade do Pai era o melhor para toda a humanidade, mas mesmo assim enfrentou uma grande batalha pessoal e até orou dizendo que se fosse possível que Deus passasse Dele aquele cálice, porém que fosse feita a vontade de Deus.

Nem todos, como Jesus, perseveram na vontade de Deus, alguns insistem com sua vontade, mesmo sabendo que é contrária a vontade de Deus. O que acontece quando conhecemos a vontade de Deus e insistimos em fazer a nossa?

1)Nossa alma definha (Salmos 106:14-15).

Perdemos a alegria e motivação na vida com Deus. Perdemos a vontade de prosseguir em frente, de nos esforçarmos em direção a uma maior comunhão com Jesus.

2)Deixamos de usufruir o projeto abençoador de Deus para nossas vidas (Mateus 23:37-38).

Quando você insiste na sua vontade pode perder o que Deus tinha preparado para você.

3)Perdemos a intimidade com Deus (Isaías 59:2).

Quando insistimos com a nossa vontade, mesmo sabendo que é contrária à vontade de Deus, pecamos. Os nossos pecados fazem separação entre nós e Deus.

Conclusão: Você gostaria de usufruir o projeto abençoador de Deus para a sua vida? Gostaria que sua alma fosse próspera? Gostaria de ser um amigo(a) de Deus? Se sim, então entregue sua vida a Ele e submeta-se a vontade Dele. Ore como Jesus para que seja feita a vontade de Deus na sua vida e não mais a sua. Você quer isso? Levante a mão vamos orar.