O Que Deus Nos Propõe

 O Que Deus Nos Propõe

Texto: Deuteronômio 30:15-20

 

Introdução: O que você faria se alguém te propusesse uma vida onde você fosse bem sucedido profissionalmente; tivesse uma família abençoada com filhos abençoados; se desse bem em tudo o que fizesse e não tivesse que se preocupar com inimigos, pois estaria bem protegido? Você toparia uma proposta dessas? Poderíamos desconfiar de uma proposta assim, mas sabendo que é real provavelmente toparíamos.

A verdade é que essa proposta já foi feita; ela está registrada na Bíblia, no livro de Deuteronômio. Deus nos propõe o que relatamos acima, mas a maioria rejeita a proposta. Por que fazemos isso? Por que rejeitamos uma proposta tão boa assim?

Para aceitá-la precisamos:

 

1)Amar a Deus.

Talvez pensemos que isso é fácil, mas a Bíblia ensina que devemos amar a Deus em primeiro lugar, e aí reside a dificuldade, pois costumamos amar a nós mesmos em primeiro lugar. Não estamos acostumados a abrir mão do que queremos e desejamos de maneira voluntária, até cedemos quando somos forçados a isso, mas para termos a vida abençoada que Deus nos propõe precisamos aprender a amá-lo em primeiro lugar.

 

2)Dar ouvidos a sua voz.

     Não é só escutar, é levar a sério o que Ele diz. Nosso problema aqui é que não estamos acostumados a obedecer, na verdade não gostamos disso. Preferimos fazer o que quisermos, quando e como quisermos. Isso não é possível.

Para aceitar o que Deus nos propõe precisamos dar ouvidos a sua voz. Não basta falar que quer, é preciso obedecer a Deus.

 

3)Andar nos seus caminhos e segui-lo.

     Para que a proposta de Deus se torne uma realidade em nossas vidas às vezes demora um pouquinho, não por causa de Deus, mas por nossa causa. Precisamos ser tratados, curados e transformados e, às vezes, esse processo demora um pouquinho. Muitos não conseguem esperar ou não gostam do tratamento de Deus e desistem. Se quisermos a vida que Deus nos propõe precisamos perseverar em seguir a Deus.

 

 

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Conhecedores de sua época para saber o que fazer.

Conhecedores de sua época
para saber o que fazer.

1 Crônicas 12:32

A época em que vivemos é classificada por alguns sociólogos como modernidade líquida; é um termo cunhado para tentar classificar as constantes e rápidas alterações sociais, a dificuldade de se manter valores absolutos do passado, de se manter os ¨marcos passados¨, modelos referenciais que se mantenham relevantes.

Vivemos numa época onde tudo está sendo reavaliado a partir da perspectiva e necessidade de indivíduos e grupos minoritários. Com o discurso de se ter uma sociedade inclusiva, a sociedade para todos, corremos o risco de montar uma sociedade de ninguém, sempre em tensão e reforma sem nunca concluir nada.

O texto de 1 Cônicas 12:32 diz que Davi possuía um grupo de estrategistas que eram conhecedores de sua época e, por isso, orientavam a Israel como proceder. Esse grupo, os da tribo de Issacar, fizeram de Israel um povo vitorioso em suas batalhas.

Precisamos hoje de líderes que possam orientar o povo de Deus com sabedoria e clareza para que sejamos vitoriosos(as) na tarefa de manifestar o Reino de Deus nessa época confusa.

Além de procurarmos entender a nossa época precisamos de líderes que:

1. Entendam Nossa história. Quais os valores que são inegociáveis? Qual nossa essência como cristãos e metodistas? Quais os nossos valores como herdeiros da reforma protestante? O que é negociável (forma) e o que não (essência)?

2. Entendam nossa Missão. Para que existimos como cristãos e metodistas? O que temos feito que não tem a ver com nossa missão e que deixamos de fazer que tem? Como cumprimos com excelência nossa missão nessa época?

3. Sejam fiéis as bases do seu chamado. Pessoas de caráter que renunciam a tudo para servirem a Deus e ao próximo (Lucas 14:33); que aborrecem sua própria carne e se negam para viver a glória Daquele que os chamou. Pessoas que ¨apascentam o rebanho¨ servindo de exemplo, não por sórdida ganância, mas de boa vontade (1 Pedro 5:1-3).

4. Sejam conhecedores do seu Senhor e fiéis a Ele e a sua Palavra. Precisamos conhecer a vontade de nosso Senhor e não nos desviarmos dela, nem tentar moldá-la segundo nossa conveniência. Precisamos manter uma vida de devoção e santidade como ministros(as) de Deus, sermos conhecidos(as) como homens e mulheres de oração e que manejam bem a Palavra da verdade, sem ter que se envergonhar.

5. sejam cheios(as) do Espírito e de fé. Precisamos de líderes que manifestem a vida o poder de Deus em suas ações, palavras orações. Líderes que, como Jesus, deem vista aos cegos, façam os coxos andarem, surdos ouvirem, tragam purificação, vida e esperança aos pobres.

Precisamos de líderes que vivam a Palavra de Deus e manifestem o Reino de Deus. Nessa época de modernidade líquida, teoria, filosofia e discurso não causam tanto impacto; a manifestação da vida, poder, valores e sinais do Reino de Deus sim.

Busquemos uma renovação espiritual para que nessa geração confusa saibamos o que fazer e sejamos bem-sucedidos(as) na tarefa de tornar o Senhor Jesus Cristo conhecido e adorado nessa geração.

Que o Espírito Santo nos faça uma geração de Pastores/Pastoras relevantes e úteis para a sua obra nessa geração.

Que Deus nos abençoe.

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Como Deus te vê – Pastoral Julho

Como Deus te vê

Textos: Pv.23:7a

Introdução: Já está comprovado que a maneira como nos vemos influencia em nosso desempenho profissional, relacionamentos, nas nossas atitudes, escolhas e decisões; ou seja, a maneira como a pessoa se vê afeta a sua vida toda. A visão que temos a nosso respeito afeta até mesmo a nossa vida cristã e o nosso relacionamento com Deus.   É, fácil criar uma imagem distorcida de si mesmo se a construímos a partir do aspecto físico, do sucesso ou do que os outros falam sobre nós. A maioria das pessoas tem uma imagem distorcida de si mesmo; muitos depreciam-se, outros super valorizam-se. A verdade a meu respeito pertence a Deus, como então saber verdadeiramente quem eu sou ? Sabendo como Deus me vê. E como Deus me vê ? A Bíblia dá algumas pistas.

 1) Somos pecadores (Rm.3:23 e I Jo.1:10).

Tem pessoas que tem dificuldade em admitir que são falhas, que erram. A Bíblia ensina que todos pecaram, sem distinção.

Existem pessoas que se acham melhores que outros; também existem os que se acham piores do que os outros; as duas atitudes são erradas, diante de Deus todos estão na mesma condição: pecadores necessitados de Deus.

2) Somos amados por Deus (Jo.3:16)

Deus conhece muito bem os nossos erros mas mesmo assim nos ama. O amor de Deus não serve como argumento para permanecermos no erro pois Deus também é justo, mas, para quem quer abandonar o pecado, é muito bom saber que pode se achegar a Deus com sinceridade (sem mentiras, ou dissimulação) que não é rejeitado.

3) Pecadores arrependidos são vistos como filhos ( João 1:12 e II Pe.3:9b)

Nem todas as pessoas são filhos de Deus. Somente os que se arrependem e o aceitam como Pai (aquele que ama, educa e disciplina).

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Três coisas que precisamos saber e fazer

Texto: Jeremias 29:11

O texto de Jeremias 29:11 diz que Deus tem para nós planos de paz e não de mal, para nos dar o fim que desejamos. Creio que todos, sem exceção, desejam um final feliz. A Bíblia diz que é isso que Deus deseja nos dar.

O fato é que não desejamos somente um final feliz, desejamos uma vida feliz, pelo menos a maioria deseja uma vida um pouco melhor. Para que a vida ao lado de Deus nos dê não só um final feliz, mas também uma vida melhor:

1)Precisamos ter um entendimento correto da vida cristã.

Muitos não têm uma vida melhor, mesmo ao lado de Deus, porque não tem um entendimento correto da vida cristã. Como entendem errado, agem errado e sofrem com isso. Quer viver melhor? Procure conhecer um pouco mais sobre Deus e Sua vontade. Procure alguém que o ajude a entender melhor. Seu líder de célula está aí para ajudá-lo nisso.

2)Precisamos buscar a Deus com a motivação correta.

Tiago 4:2-3 diz que não recebemos nada de Deus porque não pedimos e, que muitas vezes quando pedimos, também não recebemos, pois buscamos a Deus pelos motivos errados. Aqueles que buscam a Deus por motivos egoístas dificilmente terão uma vida mais tranqüila ao lado de Deus. Quer viver melhor? Busque a Deus com a motivação correta. Busque a Deus para conhecê-lo melhor, para aprender a amá-lo e obedecê-lo. Fazendo isso você começará a experimentar os planos de Deus para você e viverá melhor.

3)Precisamos agir corretamente.

Na vida cristã a atitude correta é sempre obedecer a Deus. Aprenda a obedecer a Deus sempre, quando você entende o porquê e quando não entende, quando é fácil e quando é complicado, quando leva vantagem e quando não parece vantajoso obedecer. Quer viver melhor? Obedeça a Deus sempre. E quando desobedecer arrependa-se, confesse e volte a obedecer. Faça o que Deus diz.

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Testemunho: Um pouco da Amazônia!

A missionária do Projeto Sombra e Água Fresca (SAF) da Igreja Metodista, Emilly Everett, está a pouco menos de um ano no Brasil. Ela tem visitado alguns projetos do SAF pelo Brasil a fora para conhecer a realidade dos projetos e fazer a ponte entre Brasil e Estados Unidos em busca de parcerias. Durante o mês de abril, ela esteve acompanhando um grupo de voluntários americanos como tradutora de uma pediatra no Barco Hospital Metodista, em Manaus, na Região Missionária da Amazônia. confira o testemunho abaixo.

Em todos os anos que venho ao Brasil, devo confessar que nunca visitei o que é indiscutivelmente a região mais famosa do Brasil. Eu também devo admitir que até esta recente viagem, eu era completamente ignorante sobre isso. A Amazônia (ou Amazônia) é formada por 9 estados brasileiros e representa cerca de 42% do país. Dentro da Igreja Metodista Brasileira, a Amazônia é considerada uma região missionária. Um dos ministérios mais conhecidos da Igreja Metodista é o Barco Hospital Missionário, que serve as comunidades ribeirinhas indígenas ao longo do rio Amazonas. O barco sai de Manaus, no Amazonas, e opera entre março e julho de cada ano. Cada viagem atende aproximadamente 300 pessoas com cuidados médicos, odontológicos e ginecológicos muito necessários.

Na semana após a Páscoa, juntei-me a um grupo de 16 pessoas representando vários países, a Conferência Anual da Flórida e as Comunicações Metodistas Unidas que passaram 5 dias juntas no barco. Nós servimos em 3 aldeias diferentes ao redor da cidade de Autazes. Meu papel era servir como tradutora para um pediatra. Tive a sorte de brincar com as crianças. Mesmo em meio a longas horas e temperaturas altas, acho que nunca senti tanta alegria em uma semana.

Os povos indígenas que vivem ao longo do rio Amazonas são amplamente esquecidos no contexto político e social mais amplo do Brasil, tornando-os extremamente vulneráveis. Isso se deve em grande parte à sua localização (levamos 14 horas de barco para chegar a uma das comunidades que servimos), mas também à falta de transporte (eles literalmente dependem de barcos para tudo – até mesmo de “barcos escolares” que pegam as crianças ao longo do rio para a escola). Se precisarem de tratamento médico mais sério, pode levar horas para chegar ao município mais próximo com uma clínica ou um dia ou dois para chegar à capital, Manaus.

As comunidades ribeirinhas vivem à mercê do rio, que pode subir até 30 pés durante a estação das chuvas a cada ano. Alguns têm casas flutuantes, outros são construídos sobre palafitas e, ainda assim, algumas pessoas são obrigadas a deixar suas casas todos os anos e irem para terrenos mais altos, até que a água baixe e elas possam voltar para casa e começar tudo de novo. Isso obviamente torna extremamente desafiador para a infraestrutura local (como escolas) operar com regularidade. Para muitas dessas comunidades, o barco é o principal, se não apenas o atendimento médico local, possível para eles, mesmo que seja apenas algumas vezes por ano.

E mesmo assim, em meio às provações e dificuldades da vida, o sentimento avassalador que essas comunidades indígenas expressaram foi alegria, hospitalidade e gratidão. As famílias nos acolheram em suas casas (e pescaram os jacarés da janela da cozinha para que pudéssemos ver). Eles correram atrás do nosso barco quando estávamos saindo para nos trazer frutas de seus jardins e compartilhar abertamente sobre sua cultura e tradições. As crianças me lembraram que em qualquer fronteira, cultura ou idioma, o que nos une é a linguagem universal do riso e do brincar. Eles me ensinaram que Deus estava lá, muito antes de nós (ou os colonizadores portugueses) chegarmos e permanecermos lá muito depois de termos ido embora.

Os povos indígenas da Amazônia podem ser esquecidos por grande parte do Brasil e podem ser estrangeiros para o resto do mundo, mas nunca serão esquecidos por Deus. Eles também fazem parte da incrível criação de Deus e refletem a face de Deus de uma maneira que muitos de nós nunca esperariam ou imaginariam. Eles nos ensinam que Deus é muito maior do que jamais seremos capazes de compreender e, ainda assim, se importar intimamente com todos e cada um dos filhos de Deus, até os confins da terra.

Fonte: Expositor Cristão

Uma guerra inacabável: entenda o que está em jogo na Síria

Síria, Damasco, Mar Mediterrâneo entre outras mencionadas na Bíblia, são palavras conhecidas dos cristãos. Com mais intensidade, a Síria tem sido palco de constantes guerras, mesmo antes do anúncio de ataque à Síria do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última sexta-feira, 13. Muitos sírios reclamavam dos altos índices de desemprego, corrupção e falta de liberdade política sob o presidente Bashar al-Assad, que sucedeu seu pai, Hafez, após sua morte, em 2000. Em março de 2011, protestos pró-democracia eclodiram na cidade de Deraa, ao sul do país, inspirados pelos levantes da Primavera Árabe em países vizinhos.

O conflito da Síria parece estar a um passo de se transformar em guerra mundial, haja vista a internacionalização das forças em confronto, mas ainda não ultrapassou a categoria de contenda regional com múltiplas frentes abertas. Depois de sete anos de guerra civil — meio milhão de mortos, a metade da população desabrigada pelos combates e dependente da ajuda exterior —, a intervenção ordenada pelo presidente Donald Trump para castigar Damasco pelo ataque químico de sábado passado dificilmente influirá na divisão territorial do país. O presidente Bashar al Assad controla quase dois terços do território e consolidou sua vitória sobre os rebeldes, aquartelados no norte e em alguns bolsões restritos do centro e do sul, graças ao apoio de Rússia, Irã e seus aliados xiitas.

Os Estados Unidos, que quase deram por concluída a missão contra o Estado Islâmico, se dispõem a deixar à própria sorte os aliados curdos que o ajudaram a enfrentar o EI e que agora dominam outro terço do país. A Turquia irrompeu em solo sírio para se apoderar de um cordão de segurança na fronteira que lhe permita manter a influência sobre os insurgentes do norte. Israel e outros vizinhos observam atentos as mudanças no tabuleiro sírio para reagir em função de seus interesses. Estas são as posições do front depois da represália dos EUA, secundada por França e Reino Unido.

Regime sírio
Domina a chamada Síria útil, as grandes cidades, o litoral e as regiões férteis. Mediante assédios, ofensivas esmagadoras e “pactos de reconciliação” (rendição em troca de uma evacuação segura), está se apoderando dos redutos da oposição. A campanha da Guta Oriental, na periferia da capital, termina exatamente com o recuo dos rebeldes de Jaish al Islam depois do bombardeio químico denunciado em Duma. Al Assad praticamente venceu a guerra, mas mantém-se associado e à mercê de seus aliados de Moscou e Teerã, que o salvaram há três anos de uma derrota iminente.

Rússia
Vladimir Putin reforçou o destacamento de sua melhor aviação de combate na Síria em setembro de 2015. Agiu em defesa de sua única base aeronaval no Mediterrâneo, apesar de que parece ter ocupado aos poucos o espaço abandonado por Washington no Oriente Médio. Cerca de 50.000 militares russos passaram em sucessivas rotações pelo front sírio. Com seus sistemas de mísseis terra-ar S-400 domina o espaço aéreo, de forma que EUA e Israel notificam o país de seus voos para evitar enfrentamentos acidentais. O Kremlin se apresenta como vencedor visível do conflito.

Irã e as milícias xiitas
Os oficiais da Guarda Revolucionária enquadram dezenas de milhares de milicianos xiitas do Líbano (Hezbollah) e Iraque, que constituem a verdadeira tropa de choque — e bucha de canhão — das fileiras governamentais. Teerã tenta erigir uma “ponte terrestre” até o Líbano passando por Iraque e Síria para consolidar sua hegemonia sobre três nações com forte prevalência do ramo muçulmano xiita. Este plano iraniano é visto com preocupação pelo Ocidente.

Oposição sunita
Centenas de milhares de combatentes de milícias islâmicas sunitas foram se reagrupando no norte da Síria, na província de Idlib e em parte da de Alepo, depois de serem expulsos pelo Exército do regime de seus territórios. Tahrir al-Sham, que integra a antiga Frente al Nusra (filial da Al Qaeda) e outros grupos salafistas são as forças preponderantes. A oposição no exílio conseguiu reunir-se em torno de uma plataforma que exige a saída de Al Assad do poder para poder negociar com o regime.

Milícias curdas
Mais de 50.000 combatentes curtidos na luta contra o Estado Islâmico controlam duas terças partes da fronteira com a Turquia e grandes trechos do vale do Eufrates. Tentam uma aproximação do Governo de Damasco e da Rússia depois do anunciado recuo dos EUA, que até agora foram seu principal defensor na contenda.

Estados Unidos
A Casa Branca pretendia retirar os 2.000 a 4.000 militares das forças especiais destacados na Síria para assessorar as milícias curdas, apesar de o Pentágono considerar a ideia prematura ainda. O voo dado por Trump depois das denúncias do ataque químico em Duma pode levar os EUA a reconsiderar a presença militar e seu envolvimento na guerra. Na campanha eleitoral Trump garantiu que o único objetivo era a derrota do Estado Islâmico.

Turquia
O Exército de Ancara se apoderou de uma ampla faixa de território sírio em paralelo à fronteira norte-ocidental. Com o apoio de forças rebeldes do Exército Livre da Síria desalojou este ano as milícias curdas do cantão de Afrin e garantiu posições diante de uma divisão territorial depois da guerra.

Estado Islâmico
Centenas de jihadistas vagam ainda pelo deserto que separa a Síria do Iraque, sem serem totalmente erradicados. O califado territorial fundado por Abu Bakr al Baghdadi em 2014 passou para a história. Mas a ameaça de terror jihadista global do EI não desapareceu.

Israel
Putin telefonou para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para estimulá-lo a não desestabilizar a Síria com uma intervenção como a que foi atribuída à aviação israelense esta semana. Israel rechaça “a qualquer preço” que o Irã se estabeleça como potência militar no vizinho país árabe.

Com informações El País

Bolsa de estudos no Canadá: mais de 400 vagas para brasileiros

Estudantes da América Latina com interesse em realizar cursos fora do país, podem se inscrever no programa de Bolsas Futuros Líderes nas Américas, até o dia 17 de abril. São mais de 400 bolsas para estudar no Canadá.

Conforme divulgado no Jornal Extra, o intercâmbio para o Canadá irá oferecer 7.200 dólares canadenses para estudantes de graduação, e 9.700 dólares para alunos de mestrado e doutorado. É uma parceria entre instituições latino-americanas e canadenses. A Bolsa de estudo inclui ainda passagem, material escolar, seguro saúde, hospedagem e visto.

Pré-requisitos para Bolsa de Estudo

Para você se candidatar a bolsa de estudo para o Canadá, é preciso estar cursando qualquer área de conhecimento em uma instituição de ensino superior e verificar se a mesma possui acordo de cooperação com a universidade canadense que deseja entrar.

É preciso ter inglês no mínimo intermediário. Após confirmação, o estudante deve solicitar uma indicação para a bolsa no setor responsável em sua faculdade.

Para quem não sabe, o Canadá é um dos destinos mais buscados por alunos brasileiros quando o assunto é intercâmbio. A qualidade de vida e educação de alto nível são alguns dos fatores determinantes para o sucesso do país.

Clique aqui para de inscrever.

Redação EC
Com informações do Jornal Extra

Morte e Ressurreição

Texto: João 1:12 – Romanos 6:23

A morte espiritual é um fato pelo qual todo ser humano passa (Romanos 3:23 – todos pecaram); a vida eterna, pelo contrário, só é experimentada pelos que queriam receber a Jesus em suas vidas. Todos que o receberem como Senhor e Salvador serão vivificados por Jesus.

1) Jesus pagou o preço pelos meus pecados. Pagou minha dívida.

Éramos culpados por desobedecermos a Deus, como culpados precisávamos ser punidos, precisávamos pagar a dívida que tínhamos pelos nossos pecados.
Quando Jesus morreu na cruz e derramou Seu sangue pagou a dívida que era nossa, pagou o preço por nossos pecados. A morte de Jesus na cruz cancelou nossa dívida. Nossa dívida foi paga com o sangue de Jesus.

2) Jesus justificou-nos diante de Deus.

Além de pagar o preço pelos meus pecados, cancelar a minha dívida e purificar-me Jesus nos justificou diante de Deus. Quando nossa dívida foi paga fomos justificados. Recebemos esse benefício pela fé (Romanos 5:1).

3) Jesus libertou-nos do domínio do pecado.

Antes de recebermos a Jesus como Senhor e Salvador não tínhamos como agradar a Deus nem como obedecê-lo, éramos dominados pela nossa natureza pecaminosa. Esse domínio foi quebrado, em Jesus Cristo recebemos uma nova identidade. O pecado não pode ser um hábito na vida daquele que tem a Jesus.

4) Jesus deu-nos o poder de sermos feitos filhos de Deus.

Essa é a nova identidade a de filhos de Deus, e como tal podemos agradá-lo e obedecê-lo. Hoje podemos optar se queremos obedecer a Deus ou a carne.

Conclusão: Satanás continuará a acusar-nos. Diariamente tentará jogar em nossa cara os nossos pecados para desanimar-nos e nos fazer desistir de buscar e seguir ao Senhor. A vitória contra a acusação de Satanás é termos gravados em nossa mente e coração o que a morte e a ressurreição de Jesus garantiu para aqueles que o receberam.
Se você o recebeu como Senhor e Salvador você teve os seus pecados perdoados, a sua dívida cancelada, foi justificado diante de Deus, foi liberto do domínio do pecado e recebeu o poder de ser um filho(a) de Deus. Vamos orar agradecendo a Ele por todos os benefícios.

Bispo Emanuel Siqueira
Bispo Presidente da 7ª Região Eclesiástica

Pastoral de Combate ao Racismo da Igreja Metodista

 

Confira a conversa com Juliana Yade, pessoa de referência da Pastoral de Combate ao Racismo da Igreja Metodista, sobre a desigualdade de gênero e raça no país.

Entenda como Igrejas, empresas e a sociedade de modo geral podem colaborar para promover a mudança diante dessa realidade.

Fonte: Expositor Cristão